4 Tendências para programas de treinamento e desenvolvimento
Educação

4 Tendências para programas de treinamento e desenvolvimento

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Ficar de olho nas tendências é uma forma de ganhar vantagem sobre os concorrentes e melhorar o desempenho da empresa. Isso também é válido para os programas de treinamento e desenvolvimento dos colaboradores - o RH deve estar atento às novidades do setor, aproveitando aquilo que está dando resultados nas outras organizações e aprimorando os seus processos internos. 


Quer ficar ligado nas novidades dessa área? Confira neste artigo 4 tendências para aprimorar seu programa de treinamento e desenvolvimento de funcionários:


1- Foco no colaborador

2- Habilidades “humanas”

3- Uso de dados

4- Mescla de metodologias


Tendências para Programa de Treinamento e Desenvolvimento


Os métodos de aprendizagem mudaram muito nas últimas décadas. Dificilmente nos dias atuais um ensino completamente tradicional - com um instrutor explicando os conteúdos em uma sala de aula e em um horário fixo - irá trazer os resultados esperados. As pesquisas mostram que a capacidade de concentração das pessoas está diminuindo a cada ano: e isso se tornou um grande desafio à educação corporativa. 


Para superar essas e outras lacunas, como a falta de engajamento nas atividades, diversos novos métodos educacionais estão sendo desenvolvidos e testados, incluindo soluções mais tecnológicas e estilos que quebram os moldes convencionais usados hegemonicamente até então. As empresas podem aproveitar essas metodologias inovadoras de aprendizagem para melhorar os resultados dos seus programas de treinamento e desenvolvimento. 


E, para te ajudar nessa missão, elencamos 4 tendências para aprimorar o seu programa de treinamento e desenvolvimento.


1- Foco no Colaborador


Uma das tendências que vem sendo implementada na educação é o foco no estudante. Antes, o costume era dar mais valor aos conteúdos explorados nas aulas, considerando os educandos um grupo homogêneo - o que pode gerar problemas como falta de engajamento nos estudos. Agora a situação é diferente: as características e particularidades dos colaboradores pautam o caminho até o conhecimento.


Nesse sentido surgiram estratégias como as metodologias adaptativas de aprendizagem e conceitos como personalização, experiência (do usuário) e flexibilidade, que se moldam às necessidades e realidade dos estudantes. 


Antes de montar a ação de treinamento e desenvolvimento, é preciso considerar a bagagem dos colaboradores, suas necessidades educacionais, habilidades, dificuldades, expectativas e experiência nas próprias metodologias de aprendizagem.  


Isso significa que os conteúdos e modo de apresentá-los é personalizado ao estudante, ajudando a fortalecer o seu engajamento nos treinamentos e ações de desenvolvimento. Afinal, elas não serão atividades genéricas, estudando assuntos que o profissional já domina ou então que lhe falte uma base mais sólida para compreender e sim conteúdos feitos sob medida para sua demanda. Assim, consequentemente, a estratégia de educação corporativa será mais efetiva. 


2- Habilidades Humanas


Os avanços tecnológicos impactaram diversas áreas nessas últimas décadas, inclusive mudando a nossa forma de trabalhar. Pesquisas até apontam que várias profissões vão deixar de existir por conta da tecnologia: algumas funções serão automatizadas, substituindo a força humana pela máquina.


Enquanto alguns se apavoram com essa notícia, os especialistas alertam que a própria tecnologia permitiu a criação de novas oportunidades de emprego e que existem certas habilidades que não podem ser replicadas pelos computadores - por mais avançados que sejam -, pois são características intrínsecas aos seres humanos.


Por este motivo, uma tendência é treinar e desenvolver mais as habilidades “humanas” dos colaboradores. Aptidões como liderança, gestão de pessoas, empatia, criatividade e inteligência emocional não podem ser automatizadas, mas sim despertadas na sua equipe por meio das ações de educação corporativa. Essas qualidades serão fundamentais para o futuro do trabalho e das próprias organizações.  


Assim sua empresa pode adotar tendências tecnológicas sem culpa, aproveitando o melhor que estas ferramentas oferecem, e preparar seus funcionários para serem os profissionais do futuro


3- Uso de dados


Diversas áreas estão aproveitando os recursos tecnológicos para colherem informações pertinentes aos seus interesses. As empresas podem fazer um bom uso com os dados de seus clientes, oferecendo-lhes serviços mais alinhados aos seus gostos pessoais, por exemplo.


No caso do RH, a adoção de ferramentas como o big data e o people analytics pode contribuir bastante com a gestão de pessoas. Saber quais informações são importantes de serem coletadas, organizá-las e analisá-las corretamente é algo extremamente poderoso nas mãos certas. Essa estratégia ajuda a conhecer melhor os seus colaboradores, suas necessidades, seus pontos fortes e passíveis de melhora e até mesmo seu perfil comportamental.


Isso tudo pode ser usado para tornar o programa de treinamento e desenvolvimento mais assertivo, direcionando-o exatamente para aquilo que precisa ser reforçado na sua equipe. Assim, evita-se desperdícios financeiros, de esforços e tempo em ações ineficientes e desenvolve-se ações mais diretas para as necessidades da empresa.  


O uso dos dados pode até ajudar o RH a justificar os investimentos feitos no programa de treinamento e desenvolvimento, mostrando como essa ação está trazendo benefícios concretos à empresa por meio de análises quantitativas e confiáveis. 


4- Mescla de Metodologias


Outra tendência é não se concentrar em apenas uma metodologia, e sim aproveitar o melhor de cada método em sua realidade para impactar os colaboradores de formas diferentes. Isso é ainda mais possível na era tecnológica, onde tantos formatos e conceitos se misturam, criando novas possibilidades. É possível combinar várias estratégias:


  • EAD: o ensino a distância abriu portas ao permitir com que as pessoas pudessem ter maior flexibilidade para estudar, além de reduzir custos inerentes ao modelo presencial.


  • Blended learning: combinando o melhor do ensino presencial com o EAD, esse modelo híbrido pode ser adotado com públicos que não tenham tanta facilidade com o mundo online, por exemplo.


  • Mobile learning: conseguindo ser ainda mais flexível que o EAD, qualquer dispositivo móvel - celular, tablet, etc - pode ser usado para acessar conteúdos educacionais nessa metodologia.


  • Micro/Rapid Learning: são modelos pensados para superar a dificuldade de concentração ao oferecer conteúdos em formatos menores, porém ainda sim passando conhecimentos ricos aos colaboradores.  


E uma das estratégias que está ganhando destaque no exterior e, aos poucos, conquistando espaço no Brasil é a gamificação. Esta metodologia usa elementos dos jogos para motivar as pessoas a realizarem determinadas ações que gerem impactos concretos, como estudar.  


A gamificação transforma as atividades em experiências imersivas e interativas, engajando os colaboradores no programa de treinamento e desenvolvimento - aumentando assim sua motivação e melhorando seu desempenho nas aulas. 


Além do treinamento, as empresas podem adotar a gamificação em processos como recrutamento, onboarding de novos funcionários, comunicação interna e até mesmo nas tarefas cotidianas dos colaboradores - tornando essas atividades mais motivadoras e eficazes.


Descubra o que a gamificação pode fazer por sua empresa! Converse conosco e conheça os benefícios dessa metodologia na gestão de pessoas.


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