10 erros comuns no processo de gamificação
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10 erros comuns no processo de gamificação

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Adotar metodologias inovadoras é uma forma de se destacar no mercado. Diferentes áreas como educação, saúde, marketing, além de empresas, estão investindo em soluções tecnológicas para tornar seus processos mais efetivos e, assim, atingir melhores resultados. No entanto, é preciso conhecer a fundo essas ferramentas antes de implementá-las na sua realidade, caso contrário, poderão não trazer os benefícios esperados. Descubra nesse artigo os 10 erros comuns no processo de gamificação e extraia o melhor dessa estratégia!

Primeiro: o que é o Processo de Gamificação?


A metodologia de gamificação é uma estratégia inovadora que alia os elementos dos jogos a contextos que não se resumem a entretenimento. Recursos como pontuação, storytelling* e recompensas são usadas em atividades com objetivos que ultrapassam o universo lúdico e têm impactos concretos no cotidiano das pessoas ou instituições/empresas.

Ao adotar a gamificação, tarefas que poderiam ser maçantes ou pouco engajadoras se tornam experiências imersivas e interativas. Isso ajuda a motivar os participantes a realizarem atividades diversas e cumprirem objetivos, que podem ser desde estudar, participar do treinamento corporativo, praticar exercícios e se conscientizar para uma causa social.

A gamificação é uma estratégia democrática, podendo ser aplicada para diferentes públicos, e vem sendo adotada nos mais diferentes setores: como saúde; segurança; mobilidade; marketing; educação formal e ambiente corporativo.

Porém, por mais inovadora e eficiente seja a estratégia, é preciso planejar bem como implementar os processos de gamificação na sua realidade para que a metodologia seja efetiva e traga os resultados desejados.


10 Erros comuns no Processo de Gamificação

1 - Adotar somente porque é lúdico/inovador

Como dito, a gamificação tem resultados concretos na realidade - como melhorar o índice de aprendizagem, tornar os colaboradores mais engajados na empresa, conscientizar o público a respeito de um problema social, por exemplo. Não é uma atividade apenas lúdica para passar o tempo, divertir as pessoas ou só trazer consequências “virtuais”.

Pelo contrário, a diversão do jogo é apenas um elemento para motivar as pessoas a cumprirem os objetivos desejados por quem está investindo na gamificação: como estudar sobre um tema específico; completar os treinamentos corporativos; realizar o dever de casa ou as tarefas de sua função profissional. Somente assim a estratégia será realmente eficiente.

2 - Não ter um objetivo definido


Nesse mesmo sentido, é importante saber primeiramente o porquê de se adotar uma nova metodologia na sua empresa ou instituição de ensino. O que precisa ser melhorado na sua realidade: há problemas de aprendizagem; falta de produtividade; engajamento ou motivação? Um processo não está sendo executado corretamente?  

Por isso, primeiramente faça um estudo interno para saber qual o objetivo que o processo de gamificação deve atingir. Isso ajudará desde a criação e desenvolvimento do projeto até a mensuração dos resultados.

Além disso, esse objetivo deverá ser claro a todos os envolvidos na dinâmica: os colaboradores, alunos ou outros públicos não podem participar das atividades acreditando que a única meta é acumular pontos, medalhas e recompensas e ser melhor do que seus colegas. Caso contrário, a estratégia não despertará a consciência dos participantes e, consequentemente, não terá os resultados desejados.

3 - Conhecer o público-alvo


Ainda pensando no tópico anterior, antes de implementar o processo de gamificação é fundamental conhecer a fundo o perfil dos usuários que serão impactados. São estudantes de ensino regular? Universitários? Funcionários? Qual a faixa etária do público? Gênero? Costumes, hábitos e repertórios?

Todas e outras perguntas ajudam a entender o público-alvo para desenvolver um projeto que lhe seja amigável. Somente conhecendo o perfil das pessoas que irão participar da dinâmica será possível elaborar uma experiência realmente motivadora e engajadora, que irá conduzir os indivíduos a alcançarem o objetivo central da estratégia.

4 - Não preparar o público


Para que a gamificação dê resultados é importante que pessoas entendam realmente o seu objetivo e importância para a empresa ou instituição de ensino. Por isso explique a todos os públicos (até aos que não estarão envolvidos diretamente com a estratégia, como diretoria ou pais/responsáveis) o porquê da adoção dessa metodologia, seus diferenciais e resultados almejados. Verifique se os usuários terão familiaridade com a dinâmica e fale como ela irá funcionar na prática.  

5 - Trabalhar com ação isolada


A gamificação deve ser usada em um contexto e não apenas como se fosse uma atividade extra realizada uma vez ou outra. Pelo contrário, ela deve fazer parte do cotidiano da empresa ou instituição para que realmente traga os resultados esperados.

Além disso, os processo de gamificação podem ser adotados com outras metodologias para serem ainda mais eficientes, como o EAD e andragogia, por exemplo.

6 - Usar somente para um único objetivo


A gamificação é uma estratégia flexível, podendo ser adotada em diferentes situações e em variados públicos. Por que investir em algo e não utilizar todo seu potencial?

No ambiente corporativo, por exemplo, é possível adotar os processos de gamificação no treinamento corporativo, onboarding de novos funcionários, recrutamento, marketing e promoção, conscientização do público interno e até mesmo nas tarefas cotidianas dos colaboradores.

7 - Esquecer o lúdico


Apesar de ter resultados concretos que jamais podem ser ignorados, a gamificação também precisa ser uma atividade divertida para motivar os usuários a realizarem as tarefas determinadas e, desta forma, atingir o objetivo central da estratégia.

Conhecer bem o público-alvo é uma das formas de desenvolver uma dinâmica realmente engajadora, porém também é importante criar um envolvimento emocional* - ajudando a aproximar as atividades da realidade dos usuários.

8 - Não utilizar corretamente as recompensas


Por mais que seja tentador usar o recurso de recompensas como fator de engajamento, é preciso ter cautela com esse elemento para que ele não seja banalizado.

A recompensa deve ser dada apenas quando o usuário atinge a meta proposta pela atividade, não somente pelo seu esforço. Além disso, esse prêmio não precisa ser somente tangível: planeje também bônus como pontos, medalhões e níveis para motivar os participantes a almejar cada vez mais o objetivo central da gamificação.

9 - Não utilizar os dados disponíveis


A gamificação será uma estratégia ainda mais eficiente quando se utiliza os recursos disponíveis pelas plataformas. Geralmente são oferecidos relatórios detalhados sobre o desempenho dos usuários, ajudando os responsáveis pela dinâmica a analisar todos os processos envolvidos: os conteúdos educacionais (por exemplo) estão atendendo a demanda? O formato e projeto estão adequados? Há alguma falha no meio do caminho? Quais pessoas estão com maiores dificuldades em se adaptar a atividade?

Só realizando uma análise será possível identificar pontos de melhoria no processo de gamificação para que ele realmente traga os resultados desejados.

10 -  Não escolher um bom fornecedor


Para que o processo de gamificação dê certo e traga os resultados desejados, é fundamental escolher uma empresa confiável e especializada para desenvolver a plataforma. Caso contrário, a experiência poderá apenas gastar tempo e dinheiro - dois elementos importantes e difíceis de serem geridos -, sem proporcionar os benefícios esperados.

Um bom fornecedor irá montar um projeto que se adeque a sua realidade, entendendo os objetivos que devem ser alcançados, o comportamento do público-alvo e os melhores mecanismos para tornar a atividade engajadora e eficiente.

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