Ludos Pro

Plataforma de aprendizagem corporativa

Português PT
jornada-da-gamificacao

Existem vários tipos de gestão que uma empresa pode seguir. Cada modelo tem sua abordagem e estratégias específicas, ajudando o negócio a ter um foco de ação. No entanto, muitos ainda desconhecem todas as possibilidades, gerando assim desencontros, desperdícios e perda de oportunidades. 

O que você vai ver neste artigo:

Evite problemas em seu negócio! Descubra nesse artigo os 7 principais tipos de gestão que podem ser adotados na sua empresa:

7 Principais Tipos de Gestão para a Empresa

Nenhum negócio funciona sem organização e planejamento, sem ter suas rotinas e regras bem definidas. Caso contrário, cada pessoa envolvida pode seguir um norte diferente e, desta forma, gerar conflitos, confusões e desperdícios para a empresa.

Por isso é imprescindível estabelecer uma norma geral para orientar o caminho e funcionamento da organização — e muitas vezes esse guia é o modelo de gestão adotado na empresa.  

Basicamente, uma gestão empresarial é um conjunto de estratégias que define as ações, foco e atividades do negócio, tudo para melhorar seus resultados. Existem vários modelos que podem ser implantados em uma organização, cada um com suas características, vantagens, limitações e possibilidades. 

Não é simples ou fácil decidir qual tipo de gestão seguir na empresa, pois não existe uma fórmula ou norma definitiva para essa escolha: é preciso considerar a realidade e necessidades da organização antes de investir em qualquer um dos modelos.

Confira os 7 principais tipos de gestão — suas características, vantagens e desvantagens — e escolha a mais adequada para o momento que sua empresa vivencia ou para o caminho que se deseja seguir: 

1- Gestão Centralizadora

Esse modelo busca agregar as decisões mais importantes em apenas um núcleo da empresa, como os diretores. Geralmente este tipo tem uma estrutura hierárquica rígida, com um grupo de pessoas chefiando as áreas estratégicas. 

A gestão centralizadora tem como vantagem o potencial de contar com decisões rápidas, já que dependem de poucas pessoas ou até uma só para serem tomadas. No entanto, essa mesma situação faz com que as ações sejam limitadas e possam não considerar questões importantes antes de serem realizadas. Afinal, uma única pessoa dificilmente consegue enxergar todos os cenários de uma situação. 

Além disso, enquanto uma gestão centralizadora pode acabar garantindo uma certa continuidade das ideias por trás das ações, há um grande risco de se tornar autoritária — e isso seria prejudicial tanto por limitar as estratégias, quanto para o clima interno. Os colaboradores e demais envolvidos podem se sentir excluídos e desvalorizados ao não participarem das decisões. 

2- Gestão Democrática

Ao contrário do tipo anterior, a gestão democrática incentiva e valoriza a participação dos colaboradores e demais envolvidos nas decisões e estratégias a serem tomadas. Em vez de centralização, há o compartilhamento das responsabilidades e liberdade para outros talentos brilharem.

No entanto, por terem tantas mãos envolvidas, esse modelo pode resultar em dificuldade e lentidão para tomar decisões. Em casos que exigem maior velocidade de resposta, nem sempre é essa a melhor opção.

Também é importante para esse modelo contar com profissionais comprometidos e capacitados para participar desse tipo de gestão, afinal a liberdade precisa vir acompanhada da responsabilidade pelas escolhas e ações.

Existem outros modelos que também seguem uma linha de pensamento parecida, como a gestão horizontal, que possibilitam maior participação dos colaboradores nas decisões internas. 

3- Gestão por Processos

Nesse modelo o foco da gestão não são as decisões, mas sim os processos que envolvem a empresa. Esse tipo busca implantar e gerenciar procedimentos que sejam eficientes e bem sucedidos.

Em vez de operações desorganizadas, procura-se padronizar e otimizar cada processo para gerar mais resultados ao negócio. Todavia, o problema desse tipo de gestão é o excesso, seja na questão do perfeccionismo exacerbado que limita as ações e inovações ou em se ignorar outros fatores que são essenciais a uma empresa, como as pessoas. 

A criação e controle de processos é algo importante: mesmo que não seja o foco da gestão, deve-se atentar a esta questão para otimizar operações e reduzir custos na organização.  

4- Gestão por Resultados

Toda empresa quer e precisa ter bons resultados — e este é o foco desse modelo de gestão. O que importa é o atingimento de metas, uma filosofia seguida por muitos negócios.

O lado positivo da gestão por resultados é o esforço em se alcançar um alvo fundamental para o funcionamento e sucesso da empresa, além da liberdade propiciada aos colaboradores: afinal, não é o processo que importa, mas sim o resultado entregue ao final. 

No entanto, é preciso ter cuidado para que o anseio por atingir a meta não prejudique o clima e os relacionamentos internos, gerando estresse e conflitos — que irão prejudicar a produtividade e qualidade do serviço.

5- Gestão por Cadeia de Valor

O foco desse modelo é gerar valor para o cliente. Tudo feito na empresa é para alcançar esse objetivo: dos processos internos ao atendimento do público.

Uma das vantagens da gestão por cadeia de valor é justamente o potencial para satisfazer os clientes, conquistando e fidelizando o público. Além disso, esse modelo permite maior flexibilidade em diversas questões, já que o desejo e necessidades dos consumidores variam.

Todavia, isso demanda adaptabilidade dos colaboradores e dos processos adotados, que deverão se reinventar de acordo com aquilo que é considerado de valor pelos clientes. 

6- Gestão Comportamental

Diferentemente dos outros, o foco desse modelo é o comportamento dos colaboradores. Esse tipo de gestão busca entender o perfil comportamental dos funcionários da empresa, pensando em formas de aproveitar seus talentos para aumentar o desempenho do departamento. 

Nesse sentido, a organização investe na melhoria dos seus colaboradores para que gerem mais resultados. O lado positivo da gestão comportamental é o reforço da equipe, contando com profissionais mais habilidosos do ponto de vista social. No entanto, é preciso cuidar para não se esquecer de outras questões importantes para o funcionamento da empresa, como os processos e resultados. 

7- Gestão por Competências

Os funcionários continuam sendo o foco, mas, desta vez de outro ponto de vista: a gestão de pessoas por competências trabalha com os conhecimentos, habilidades e atitudes dos funcionários para atingir os objetivos da empresa e melhorar seus resultados. 

Assim, busca-se alinhar as qualidades da equipe com as metas do negócio, lidando tanto com as capacidades técnicas quanto às habilidades subjetivas. Assim como em outros casos, é importante não se esquecer de outros pontos importantes para a empresa. 

Mas, esse trabalho deve começar desde o recrutamento, encontrando os profissionais mais qualificados para somar ao departamento. Descubra como a gamificação contribui para a seleção por competência e fortaleça a equipe da sua empresa!

teste-gratis-por-7-dias

Fale com um consultor

Preencha os campos abaixo e receba o contato de um especialista.

X
Imagem semi-disco Imagem triângulo

Obrigado!

Entraremos em contato o mais breve possível